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Cardeal Sandri lembra os refugiados sírios

Sandri«As Violência e abusos na Síria atingiram dimensões horríveis» denunciou o responsável do Conselho para os Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay, que no dia 27 de maio abriu, em Genebra, a sessão anual deste organismo.

Este grande sofrimento foi, também, testemunhado pelo Cardeal Leonardo Sandri, Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, durante a primeira etapa da viagem que está a realizar pelo Oriente Médio. Consigo, o Cardeal Sandri leva a proximidade do Papa e da Igreja Universal.

O purpurado, em entrevista Rádio Vaticano, afirmou: «Levei a todos os bispos, das quatro Igrejas que visitei, uma mensagem de paz, de esperança, que me deu pessoalmente Sua Santidade Francisco e, que eu transmiti com todo o amor que ele tem por estas populações e por esta região e com toda a dor que ele tem, vendo todo este sofrimento. Eu pude fazer a mesma coisa também com os refugiados, que eu visitei nos acampamentos próximos à fronteira com a Síria – refugiados sírios – e com uma família católica, que veio até a sede episcopal para uma saudação. A mensagem do Papa foi, portanto, de proximidade, de desejo para que verdadeiramente seja colocada a palavra “fim” nesta guerra, pela qual ele reza e sofre».

Siria01Comentando a visita que fez ao acampamento dos refugiados sírios no último domingo, disse que foi um momento muito forte... «Estamos todos verdadeiramente muito chocados: ver todas aquelas crianças que sofrem situações de exílio, de pobreza, sem os serviços higiênicos. Para mim foi um grande momento de participação à dor deles e eles sentiram a dor e a proximidade do Papa. Vi que falta tudo. Portanto, se através da rádio alguém me ouve: faltam remédios, sobretudo para as mulheres, para as mulheres grávidas e para as crianças. O que for possível fazer, que se faça através da Cáritas do Líbano e das outras instituições católicas presentes no local».
 
Referiu, também que tinha feito um apelo a favor da libertação dos dois bispos de Aleppo, que foram sequestrados há um mês. «Conheço um deles, Ibrahim, o bispo sírio-ortodoxo de Aleppo; ouve-se dizer que num momento estão bem e em outro que estão mal. Por favor, peço aos senhores que os mantêm como reféns: restituam-nos às suas Igrejas, às suas dioceses, esse será um gesto que os honrará e que certamente lhes dará a bênção de Deus».

A terminar, lembrou: «Todos os ambientes que eu visitei – católicos, cristãos, dos bispos ortodoxos, dos leigos, de religiosos e religiosas – não fazem outra coisa senão pedir que a guerra não se estenda ao Líbano, que vença a paz. Portanto, apesar da tensão presente, há, sobretudo, uma grande confiança em Deus e em Nossa Senhora. Vocês deveriam ver a peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Harissa; muita gente, jovens, alguns, descalços sobem à montanha, para pedir paz, para rezar pelo Líbano, pela Igreja, pelo Papa, por todo o mundo».

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